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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

VAIDADES, JÓIAS E PINTURAS

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Em I Timóteo 2:9-10 – “Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestido preciosos, mas (como convém as mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.”

“com pudor e modéstia" haveria algo de errado nesta frase? Alguém exageradamente diria que uma irmã se condenaria de usasse um xampu, seguido dum condicionar e creme para pentear?

A palavra "PUDOR" vem do Lat. Pudore s. m., sentimento de vergonha ou timidez, resultante do que pode ferir a decência, a honestidade ou a modéstia; castidade; vergonha; pejo; seriedade; pundonor.

A palavra "MODESTIA" vem do Lat. Modéstia s. f., qualidade de modesto; ausência de vaidade, de ostentação, de luxo; simplicidade e moderação.

A igreja primitiva mantinha essa posição de modéstia evitando enfeites pessoais como jóias e pinturas pessoais. Devemos entender do texto a futilidade da vaidade, não dos cuidados pessoais.



"Vaidade do Lat. vanitate s. f., qualidade do que é vão, instável ou de pouca duração; inanidade; presunção ridícula; ostentação; fatuidade; jactância; vanglória; futilidade.





Porém sabemos todos, que as escrituras, não proíbem homens e mulheres cuidarem de seus corpos e aparências, resumidamente, é "mudá-lo" que não devemos.



Dentro da história, é difícil encontrar a data ou momento exato de quando a jóia e as pinturas foram criadas, o apócrifo de Enoc, por exemplo, cita que os mesmos se originaram por influencia dos anjos caídos; num breve estudo sobre o desenvolvimento e evolução das mesmas, há sempre um significado de status, gerando inveja e desejo em quem não as tinha em oposição à sensação de poder e soberba em quem as possuía.

As jóias no principio eram usadas com o intuito de distinguir posições dentro de uma mesma tribo. Por exemplo, um colar feito de dentes ou ossos identificava um caçador. Esses ornamentos eram feitos com materiais raros ou muito vistosos. Foi ainda nesta época que se passou a associar certas pedras e outros itens com poderes místicos, surgindo assim os amuletos.

Estes amuletos eram confeccionados quando as estrelas se alinhavam em posições favoráveis. Com a evolução do homem e o aprimoramento da manipulação do metal, as jóias passaram a ser mais refinadas.

Os primeiros registros de objetos de ouro e prata datam do ano 5000 a.C. A manufatura das jóias desenvolveu-se muito com o início da Idade do Ferro, por volta de 1500 a.C., quando técnicas mais apuradas, como a fundição, foram criadas. As primeiras jóias em ouro, descobertas na região da antiga cidade de Ur fundada pelos sumérios no vale do Eufrates, datam de 3500 a.C. Na idade antiga, muitos povos do Oriente produziam peças belíssimas e elaboradas, que originaram a joalheria da atualidade.

As jóias ganharam destaque máximo no período renascentista. Nesta época, por serem produzidas de forma bem elaborada, chegando ser colocadas acima de peças de arte e, seus donos, elevados ao mais alto status. É na Idade Média que começam os registros de jóias confeccionadas especialmente para crianças.

As diferenças entre as jóias infantis e as usadas pelos adultos, eram o tamanho e tipo de material utilizado. No século XIV, na Itália, os recém nascidos eram presenteados com cruzes ou peças em coral para serem usados no pescoço, o que, acreditava-se, trazia proteção. Era tamanho o exagero que, em um de seus sermões, São Bernardino advertiu a população dizendo: “Quando eu penso nas suas crianças, quanto ouro, quanta prata, quantas pérolas, quantos bordados vocês os fazem usar!”.

Na época medieval a paixão por jóias era tamanha, que eram necessárias regras e normas para se proibirem monges e freiras, os quais tinham feito votos de pobreza, de as usarem. Em 1227, o sínodo de Trier proibiu às freiras o uso de qualquer tipo de jóias, cintos e vestes bordadas. Em 1263 o estatuto do Hôtel-Dieu de Troyes proibia às freiras o porte de pedras preciosas. Esta proibição podia ser quebrada quando as mesmas encontravam-se doentes, pois se acreditava no poder curativo de algumas pedras.

Excetuava-se a essa regra, as freiras de nascimento nobre, que podiam não só portar as jóias, como também recebê-las de presente. O Alto Clero da Igreja concedia a si mesmo licenças especiais para o uso de jóias. Na arquidiocese de Milão, chegou-se a um ponto em que, o uso de jóias e vestes adornadas com pedras preciosas era tão ostensivo, que em 1215 foi publicado um edito proibindo o uso das jóias e vestes adornadas.

Mas, novamente, havia uma exceção: Bispos e arcebispos podiam e deviam usar anéis como insígnia de sua posição. Além disso, os colecionavam para serem ofertados como presentes. As leis seculares eram muito claras quanto ao uso das jóias devido a sua importância como símbolo de posição social.

Nessa época, com o aparecimento de uma nova classe social denominada burguesia, foi suscitado entre os nobres (reis, condes, viscondes, duques etc.), um sentimento de preocupação. Ora, sendo essa nova classe muito abastada, como poderiam os nobres ser superiores e diferenciados desta classe ascendente? Assim, como uma forma de solução, os “burgueses” eram proibidos de usar jóias em ouro ou com pedras preciosas, sendo essas de uso exclusivo da nobreza e alto clero.

Em 1283, uma lei real francesa ordenava: “Nenhum burguês ou burguesa portará jóias em ouro, adornadas com pedras preciosas ou pérolas, cintos em ouro ou diademas em ouro ou prata.” Logicamente a necessidade de balancear as camadas da sociedade existentes e reforçar a diferenciação entre as classes sociais é que geraram esse tipo de lei.

Embora o uso de maquiagem tenha se iniciado numa era um tanto remota, foi no século 20 que obteve seu maior auge, começou como algo “discreto” nos anos 30, ganhando ousadia com o tempo sobretudo nos anos 60 quando além da maquiagem houve grandes transformações no modo de vestir.



Como surgiu a maquiagem?

No contexto histórico sabe-se que o uso de maquiagem teve o inicio de seu desenvolvimento dentre os egípcios, pois nesta cultura a beleza física, tanto de homens como de mulheres, os faraós fazia uso de maquiagem também em cadáveres acreditando que um dia ressuscitariam. Também faziam usos de “perucas coloridas” como forma de distinção social e a pintura em torno dos olhos era usada com o intuito de evitar olhar diretamente para o deus do sol Rá. Dentre os gregos e romanos de “cores” expandiu-se, com a derrubada do império romano ocorreu um tempo em que a maquiagem era mal vista, sendo associada à devassidão de Roma. Outrossim, é que a maquiagem teve largo atributo religioso, militar e cerimonial, ambos comprovados pela antropologia sendo comum as pinturas corporais dos índios e tribos africanas.



Determinados assuntos devem ser estudados e discutidos para que possamos ter uma posição frente a eles. Muitas vezes, o uso de jóias e pinturas tem sido defendido por indivíduos e comunidades religiosas por considerarem que o assunto talvez não mereça certa atenção. Este posicionamento pode dever-se, em grande parte, ao desejo de não incomodar grupos e pessoas. Este é sim um assunto importante, envolvendo mais do que opiniões de um grupo em particular, não devendo ser tratado com soluções apaziguadoras ou diplomáticas construídas através de opiniões pessoais sem fundamentos bíblicos ou proféticos.

Toda e qualquer questão que envolva a nossa vida cristã precisa estar construída sobre alicerces seguros e claros vindos da palavra divina. “Saber o que esta escrito” e “fazer o que esta escrito”, é coisas que nem sempre é compreendido nos dias atuais; há grande diferença em “saber o que esta escrito” e “entender o que esta escrito".


Mas, se amamos a Deus, nada será difícil demais ou caro demais para ser abandonado, tendo-se certeza que essa é sua vontade. Em Ezequiel capítulo 16 uma cena curiosa: Jerusalém é retratada como uma jovem mulher (verso 2) que Deus toma como esposa e a veste com o melhor padrão dentro dos costumes orientais daqueles tempos.



“Te ataviei com adornos e pus braceletes em teus braços e colar em teu pescoço. Pus jóias em teu nariz e pendente em tuas orelhas e um formoso diadema em tua cabeça. Assim foste adornada de ouro e prata e teu vestido era de linho fino, seda e bordados”. (Ezequiel 16:11-13). “Tomastes, assim mesmo, tuas formosas jóias de ouro e prata que eu te havia dado e fizestes imagens de homens e fornicastes com elas”. (Ezequiel 16:17).

Isto significa que as mulheres podem se adornar assim hoje? Não foi Deus mesmo quem adornou com tanta coisa a jovem? Não! Em primeiro lugar, trata-se de um caso figurado cujas imagens são tomadas dos costumes da época.

I Timóteo 2:9-10 e I Pedro 3:3-4 fala-se contra o uso de jóias e contra que as mulheres cristãs se adornem com elas e vestimentas custosas.” Trata-se, portanto, de um relato simbólico, onde é usada a língua local. A relação adorno-apostasia é freqüente na Bíblia:

Em Ezequiel 23:38-43 – Também um relato simbólico, o povo de Deus aparece como duas mulheres que profanaram o Sábado, idolatraram, chamaram amantes e por eles pintaram os olhos e colocaram enfeites; os beberrões do deserto lhes deram braceletes e diademas e elas adulteraram.

Em Isaías 3:16 a 26 – se encontra uma descrição tão detalhada da corrupção feminina. Se descreve as mulheres do tempo de Isaías tais quais eram: vãs, arrogantes, altivas, orgulhosas, mais interessadas em si mesmas do que no Senhor ou nas necessidades dos que estavam ao redor.

O capítulo é dedicado a advertir a apostasia de Judá e Jerusalém. Não se pode ler o capítulo sem entender a ligação simbólica dos adornos vãos com a apostasia. O Senhor iria ferir o ponto mais forte do pecado. Oséias 2:13 – Deus diz a origem dos enfeites para o seu povo apóstata: “Pendentes de Baal e suas gargantilhas”.

II Reis 9:30 – Jezabel, a apóstata, pintou os olhos e se adornou para seduzir


Gênesis 35: 1 a 5 – encontramos um exemplo literal de como o abandono dos enfeites e da idolatria se relaciona com a reconsagração a Deus. A atitude dos filhos de Jacó deixando os ídolos e as argolas.
“então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos e as arrecadas que estavam em suas orelhas" - Versículo 4.

I Timóteo 2:9-10 – Faz recomendação direta de modéstia e simplicidade:

“Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestido preciosos, mas (como convém as mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.”

O apóstolo Pedro (I Pedro 3:1-5) diz que o comportamento simples das mulheres cristãs concorre para a conversão de maridos descrentes. O apóstolo prossegue com clareza:

“O enfeite deles não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura de vestidos.” (verso 3)

Paulo fala de pudor (I Tim. 2:9, 10) uma referência às roupas decentes, advertências aliás, muito apropriada para as roupas curtas, justas, transparentes e decotadas que infelizmente alguns (mas) exibem até na igreja.



A igreja cristã primitiva abominava as modas e as vaidades. Em seu livro história da Civilização, Will Durant registra a oposição da igreja cristã às práticas pagãs:

“As mulheres evitavam cosméticos e jóias e sobretudo cabelos postiços.” Op. Cit. P. 74 tomo I.

“A igreja proibiu aos seus fiéis a freqüência aos teatros e circos e também que tomassem parte nas atividades pagãs.”
Eram condenados a avareza, a desonestidade, o rouge, os cabelos tingidos, as pálpebras pintadas, a bebedeira, o adultério, etc. Idem tomo II págs. 200, 270, 277.
É claro que o bom gosto, asseio, combinação de cores agasalhamento dos membros e beleza, devem integrar o porte feminino, mas a mulher, não lançará mão de artigos que distinguem descrentes e que Deus condena.

Vejam alguns testemunhos antigos:





Tertuliano


“Vesti-vos com a seda da honestidade, com o linho fino da santidade e com a púrpura da castidade. Assim adornadas Deus será vosso amigo.”



“O véu das virgens” (Tertuliano)

“Elas consultam o espelho para ajudar a sua beleza, tentando tornar o mesmo sedutor com cosméticos, arrogantemente jogam uma capa por cima dos ombros, colocam seus apertados sapatinhos multiformes e levam bem mais acessórios quando vão ao banho”.



“A vestimentas das virgens” (Cipriano)

“Qual o lugar de ruge e chumbo branco no rosto de uma senhora cristã?

“Carta 54” (Jerônimo)

Servem apenas para inflamar as paixões dos homens jovens, para estimular a lascívia e para indicar uma mente impura.”


Em nossas igrejas, espera-se que não se faça o uso de jóias, brincos, colares, pulseiras, pinturas diversas e batons, e outros adereços mundanos. Portanto, ao considerar os textos bíblicos vemos que o uso de jóias era um costume no Antigo Testamento, mas que não refletia a vontade de Deus para seu povo no que se refere à simplicidade e modéstia, da mesma forma que a tolerância de Deus com o divórcio e a poligamia não significam a aprovação de Deus a tais práticas.

A igreja primitiva também mantinha essa posição de modéstia evitando jóias e pinturas, como demonstrado pelas referências históricas acima. O testemunho cristão é parte integrante da vida espiritual e qualquer jóia ou pintura, ou qualquer outra coisa que dê aparência do mal ou cause escândalo precisa ser evitado pelos que, sem reservas, querem servir a Deus. (I Tess. 5:22 e Rom 14:13, 21).


Os enfeites exteriores tipo jóias, enfeites, argolas, colares, pinturas etc., devem ser evitados e abandonados, uma vez que tiveram suas origens e influencia no “mundo”; afastam-se da simplicidade do evangelho - I Timóteo 2:9, 10; é uma demonstração visível duma “vaidade pessoal” que vai contra o que nos é ensinado II Pedro 3:1-5;...



Em Gênesis 35: 1 a 5 – encontramos um exemplo literal de como o abandono dos enfeites e da idolatria se relaciona com a reconsagração a Deus. A atitude dos filhos de Jacó deixando os ídolos e as argolas.

“então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos e as arrecadas que estavam em suas orelhas" - Versículo 4.

“Isaías 3.18 24 O contexto todo fala de Israel (“ filhas de Sião") que havia abandonado o caminho do Senhor. Sendo assim, o Senhor tiraria de Israel todo adorno (enfeite) e daria a ela justamente o oposto. "Em lugar de cheiro suave haverá fedor, e por cinto uma corda; e em lugar de encrespadura de cabelos, calvície, e em lugar de veste larga, cilício; e queimadura em lugar de formosura" (vers.24).



Exo 33:4 - E, ouvindo o povo esta má notícia, pranteou-se e ninguém pôs sobre si os seus atavios.

Exo 33:5 - Porquanto o Senhor tinha dito a Moisés: Dize aos filhos de Israel: És povo de dura cerviz; se por um momento subir no meio de ti, te consumirei; porém agora tira os teus atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer.

ATAVIOS PODE SE REFERIR A ENFEITE PESSOAL, OU OUTRO QUALQUER É PRECISO SABER DE ACORDO COM O CONTEXTO...

A maldade, estendendo-se continuamente, atingiu e inundou a raça humana; só um pouco de semente de justiça ficava nela. Porque, ademais, sobre a terra tinham lugar uniões ilegítimas: os anjos fornicaram com as filhas dos homens, quem deram a luz uns filhos que por sua enorme estatura foram chamados gigantes. Os anjos, então, deram a suas esposas como presente malignas ensinos. Ensinaram-lhes a maneira de obter extratos de flores e plantas, tinturas e pinturas, Joias e cosméticos… E uma vez desencadeadas tais coisas, o mau se expandiu até extravasar, e a justiça diminuiu até quase desaparecer. Irineu (180 d.C.)
A esposa casta, consagrando seu tempo ao marido, honra sinceramente a Deus; em mudança, se ama as jóias, separa-se de Deus e do santo casal, mudando a seu esposo pelas jóias. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Se (Jesus) suprime de nós toda preocupação pelo vestir, pela comida e por tudo o desnecessário… Qual cremos que será sua opinião a respeito do enfeite rebuscado, da tintura das lãs, do luxo nas cores, do refinamento de pedras preciosas e do ouro trabalhado? Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Que não se perfurem contra a natureza as orelhas das mulheres para pendurar argolas e pendentes. Não, não é lícito forçar à natureza contra sua vontade. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
As mulheres carregadas de ouro, que se exercitam nos encaracolados de suas tranças, nos perfumes das bochechas, nas linhas dos olhos, nas tinturas de seus cabelos… Ditas mulheres se preocupam muito pouco de cuidar de seu lar e do marido e, furtando a bolsa deste, desviam os gastos para seus desejos, para ter a muitos como testemunhas de sua aparente beleza; preocupadas todo o dia por seus cosméticos, perdem seu tempo em companhia de escravos comprados a um alto preço. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
(As mulheres pagãs) estão pálidas pelas maquiagens, e são presa fácil das doenças por ter uma carne já consumida ao ter sido sombreada pelos produtos, ofendendo assim ao Criador dos homens, como se não se lhes tivesse outorgado uma beleza digna. É natural que sejam preguiçosas para as lides domésticas, como se estivessem pintadas, expostas à contemplação, não nascidas para o trabalho do lar. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Aqueles anjos que inventaram as Joias e outras coisas são assinalados sob condenação ao castigo da morte. São os mesmos anjos que se precipitaram desde o céu sobre as filhas dos homens… Eles concederam peculiarmente às mulheres os meios que servem de ostentação feminina: a jóias, as tinturas… e os pós pretos que fazem ressaltar as pálpebras e as pestanas. Tertuliano (198 d.C.)
As jóias, os enfeites e os artigos de beleza não são apropriados para ninguém, exceto para prostitutas e mulheres sem modéstia. Cipriano (250 d.C.)
Que pensa Deus da beleza artificial quando condena todo tipo de engano? Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Elas se ocupam em ungir suas bochechas, ressaltar seus olhos, pintar seu cabelo e outras praticas daninhas de luxo. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Que dizemos do fato de pintar os olhos, tirando as sobrancelhas, pintando com vermelho e branco, pintando o cabelo e outras praticas de maldade que são enganosas? Clemente de Alexandria (195 d.C.)
As mulheres não devem manchar suas caras com coisas enganosas feitas com astúcia. Ao invés sejam decorosas e sóbrias. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
Como diz o Apostolo: “O tempo é breve” Não devemos adotar atitudes e poses ridículas, como algumas mulheres que podem ver-se nas procissões cujo maquiagem exterior denota uma surpreendente suntuosidade, mas interiormente são miseráveis. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
As mulheres não devem maquilar seu rosto com as sutilezas de um artifício perverso. Proponhamos-lhes uma cosmético baseado na moderação. Como viemos dizendo com frequência, a melhor beleza é a do alma, quando está enfeitada do Espírito Santo e dos luminosos dons que lhe infunde: justiça, prudência, temperança, honestidade e amor ao bem, cujos cores jamais se viu em nenhuma flor. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
A seguinte citação faz referência ao tingido de cabelo, prática já presente no mundo antigo.
Por que rivalizam com Deus e se esforcem em opor-se a Ele esses ímpios que mudam de cor o cabelo que Ele mesmo fez encanecer? “A muita experiência é a coroa dos anciãos” (Eclesiástico 25:8), diz a Escritura, e os cabelos brancos de seu rosto são as flores da experiência. Aqueles, em mudança, desonram o privilégio de sua idade, removendo os cabelos brancos. Clemente de Alexandria (195 d.C.)
A maioria das mulheres… Têm a audácia para andar como se a Modéstia fora somente evitar a fornicação… Têm em seus passos a aparência de mulheres das nações onde a Modéstia não existe. Em poucas palavras, Quantas mulheres há que não desejam ser vistas pelos homens e por esta razão se pintam? E ainda assim negam ser objetos de um desejo carnal. Tertuliano (198 d.C.)
Devemos pintar-nos para que nosso próximo se perca? Que passo com o mandamento, “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”? Tertuliano (198 d.C.)
Aqueles anjos que inventaram as Joias e outras coisas são assinalados sob condenação ao castigo da morte. São os mesmos anjos que se precipitaram desde o céu sobre as filhas dos homens… Eles concederam peculiarmente às mulheres os meios que servem de ostentação feminina: as jóias, as tinturas… e os pós pretos que fazem ressaltar as pálpebras e as pestanas. Tertuliano (198 d.C.)
Estas mulheres cometem pecado contra Deus quando esfregam sua pele com unguentos e mancham suas bochechas com vermelho e ressaltam seus olhos. Suponho que para elas é coisa desagradável a natureza artística de Deus. Tertuliano (198 d.C.)
Agora, “Susana era uma mulher delicada,” isto não quer dizer que ela tinha enfeites atraentes ou olhos pintados de várias cores como Jezabel os tinha. Ao invés, quer dizer que ela tinha o enfeite da fé, a castidade e a santidade. Hipólito (200 d.C.)
Os anjos apóstatas e pecadores introduziram em adiante com suas artes todas estas coisa (por exemplo as joias), quando desceram à terra abandonaram seu vigor celestial. Eles também ensinaram às mulheres a pintar-se de negro ao redor dos olhos e a manchar-se as bochechas de uma cor vermelha falso. Cipriano (250 d.C.)
A seguir Cipriano descreve o materialismo que começou a contaminar a igreja no ano 250.
E esquecendo-se de sua fé e do que antes se costumava praticar em tempo dos Apóstolos e que sempre deveriam seguir praticando… Os homens se corrompiam cuidando de sua barba, as mulheres preocupadas por sua beleza e suas maquiagens: adulterava-se a forma dos olhos, obra das mãos de Deus; os cabelos se tingiam com cores falsas. Cipriano (250 d.C.)
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