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sábado, 15 de janeiro de 2011

BARBA

Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba. Levítico 19:27.

E não raparão os cantos da barba. Levítico 21:5.

¡Que afeminado é para o homem barbear-se, pentear-se com fineza e arrumar-se adiante do espelho barbeando-se e rapando-se a barba para que sejam lisas suas bochechas! Porque Deus quis que sejam finas as mulheres e lhe agrada seu cabelo longo como o dos cavalos. Mas enfeitou ao homem com a barba bem como a melena dos leões, e pôs belos em seu peito como um atributo do homem e sinal de sua força e domínio. Clemente de Alexandria (195 d.C.)

A barba é o atributo do homem, pela qual se demonstra ser homem… É mais antiga do que Eva e demonstra uma natureza mais forte. Por isso é coisa de impiedade desfigurar o símbolo do homem. Clemente de Alexandria (195 d.C.)

Não é lícito barbear a barba, que é beleza natural, beleza nobre, “quem originariamente é barbudo e cuja puberdade está cheia de encanto”… É preciso que quem tenha recebido uma correta educação e em quem resida a paz, deixe calma sua própria barba. Clemente de Alexandria (195 d.C.)

Que a maxila tenha barba. Porque uma barba ampla é o apropriado para o homem. E se alguém se barbeia, não deve barbear-se tudo porque isto é uma desgraça. Também o bigode, por motivos de limpeza ao comer, recorta-se as pontas com tesoura, mas sem barbeá-lo o qual seria indecoroso. E sem tocar a barba das maxilas. Clemente de Alexandria (195 d.C.)

Ainda que alguns se cortem um pouco a barba, não está bem barbear-se do tudo, pois é um espetáculo vergonhoso, e também é reprovável barbear-se a barba a amolece de pele, por ser uma ação semelhante à depilação e fazer-se imberbe (jovem que ainda não tem barba). Clemente de Alexandria (195 d.C.)

Os homens têm suas próprias vaidades e enganos assim como o cortar a barba muito direito, recortando umas partes e barbeando ao redor da boca. Tertuliano (197 d.C.)

Entre seus costumes (dos pagãos) não tinha disciplina. Entre os homens se rapavam a barba. Cipriano (250 d.C.)

Ainda que está escrito: “Não recortem sua barba,” se rapam a barba e se arrumam o cabelo. Cipriano (250 d.C.)

A barba não deve ser rapada. “Não recortem sua barba.” Cipriano (250 d.C.)

A natureza da barba contribui de modo incrível a distinguir a maturidade dos corpos, o sexo e a beleza da masculinidade e a força. Lactâncio (304-313)
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